Wednesday, May 13, 2009

Jah Jah Jah era!


“Putz, amiga, esqueci minha maquiagem. Você me empresta seu lápis?”
“Dançando lambada ae, lambada aa...”


“Ca, sou eu, tudo bem? Perdi o email com os horários das aulas. Você pode encaminhar para mim?”
“Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia...”

“Oi, Ana. Beleza? Você ainda tem aquele CD do Kiss com você?”
“Adocica, meu amor, adocica. Adocica meu amor, a minha vida”

“Maria, Rebeca, beleza? Seguinte: tem como avisar o Alonso que eu vou me atrasar hoje?”
“De 2 e preste atenção! Portas se abrem e aumentam o poder da visão!”

A mensagem eh clara. O receptor eh provido de entendimento dos sinais e língua-mae. Sendo assim, por que as vezes eh tão difícil estabelecer contato com algumas pessoas? Eu pedi um lápis, me empreste um lápis. Ou não. Fala que o lápis eh seu e pronto. Mas não fuja do tema “lápis”. A mensagem não veio codificada, ela eh mais simples que arroz e feijao em prato de pedreiro. Alias, essa conversa seria mais fácil com um pedreiro. Hey, bro, gotta a job? There you are!

Desse começo de empreitada, tiro duas lições: a primeira e mais difícil eh que “it takes two to tango”. Ou seja, para haver uma conversa, duas pessoas são imprescindíveis. A não ser que você queira talk to the hand. Well, pois bem, quando alguém te pergunta alguma coisa, responda baseado na pergunta. Sem confusão de sinais, blábláblá. Licao numero dois: Vao se fuder maconheirinhos do caralho. Pras $%^&& que te pariram. Não vem com essa historia de erva natural de cu e rola não. E chega de pregar a paz “baseados” em algo que gera trafico, mortes e criminalidade. Hipocrisia infernal. E não esqueça: o baiano tem responsabilidade social!


Fui.