Monday, February 8, 2010

A democratica arte de papear

Chefe decide pagar o curso X. Procuro a melhor data, horario e tals. Envio o link para ele com o curso escolhido e as informacoes necessarias, blablabla. Mostrando uma pro-atividade deveras apreciada no mundo corporativo. Na real, ele mandou o link do curso uma semana antes, mas eu bem busy com IELTS pro visto, nao dei nem bola. Resolvi dar bola e pas.

Dai ele responde: "Happy, blabla, pode ir". Cool. Me inscrevo e ponho no calendario, ele reclama que eh Sexta e nao Sabado. Uma - nem todos os cursos estao disponiveris no sabado. Duas - por que eu tenho que doar um dia inteiro do meu freetime pressa bosta? Argh. De passar mal. Respondi explicando tudo e sugerindo que eu cancele. Bem irritada.

Falando em irritada: conversa ao telefone. Tem que ser democratica, senao nao rola. Voce ouve, pergunta, discute, corrobora e - geralmente - nao chega a nenhuma conclusao. So os melhores desejos para que as coisas melhorem. Dai a outra pessoa fala. E voce OUVE. Ouvir eh ouro, lembra? Ou nem. Tem gente que quando esta no turno da escuta entra em transe - vai para outra dimensao. Chama o cachorro, derruba o telefone, troca de canal, aperta o "Enviar" do email. Fico P da vida. Aconteceu esses dias comigo - dai o cara volta pro telefone sem saber lhufas de onde a conversa esta e so murmura um: "Hum... que coisa...". Meio que esperando que eu complete a frase. O cacete! Nao completei. Disse: "Tenho que ir, brow, a gente se cruza"

(Queria que a linha cruzasse em ligacoes-fiasco como essas)

(Stevai e eu na SGI Sydney - querido)