
Em 9 de Fevereiro de 2006, Thatá enviou ao superprojex um texto que eu não quero perder. Aí vão fragmentos dele, para eu olhar quando esteja mais velha. Ou semana que vem. O fato é que estou mudando de casa e, como cachorros se perdem em dia de mudanças, teztos também o fazem. Eles criam asas.
Partes marcantes para uma mente amalucada como a minha:
... O amor para mim é um botão de salva e deleta, totalmente movido por panes no meu sistema, infectado por vírus que são causados por essa soma da magia das pessoas e dos cosmos. Eu passo de apaixonada a entendiada, e vice-versa, em um toque, ou melhor: em uma frase, uma respirada, um cheiro, uma saliva.
... "você se acha mais esperta do que é, faz mais drama do que deveria e compete o tempo todo."
... "e agora, mesmo você sendo um bombadinho playboy indolente, que tal se a gente pedisse uma pizza e ficasse junto até os 98 anos de idade?"
... todos os dias a gente se dá motivo para apertar o botão de deletar, mas alguma coisa maior faz a gente salvar tudo a tempo.
Afinal de contas, não somos todos assim?
Grata,
Veri
ps. isso é um botão de salvar que apareceu a tempo na minha vida. E nada de deletes.